Desde que criei coragem pra andar sozinha, - logo estaria acompanhada - desde que parei de falar sobre amor incondicional por esquecer do que exatamente se tratava, tenho visto sorrisos pintados em mim. São como flores brotando no inverno e trazendo consigo as cores, sim, gosto especialmente das cores.
De fato não me faltou coragem para errar, tão pouco fichas pra acertar. Todas falhei, admito. Mas valeu a pena antes dos estragos finais e depois deles.
Desta vez eu parei aqui só registrar ou dividir, não mais o que está guardado ou o que foi pintado em mim, mas sobre todas as coisas que virão.
É que eu queria passar pro papel algo novo, alguém novo. Eu tenho só dezeseis e nem sempre estarei segura se tais decisões, não é desculpa eu sei, mas é que também não sou tão madura quanto acreditam. E são tantos caminhos que por inúmeras vezes me encontro perdida. Não julguem mal...
Num desses caminhos alguém me puxou pelo braço, sorriu e me fez companhia. Alguns, pra ser mais exata. Estar só e acompanhada causa em mim a sensação de estar viva, ilusório, eu sei. Mas nenhum me fará acreditar tão fácil que depois de hoje pode existir um amanhã com nós dois, mas não vou me limitar a acreditar que não virá um amanhã.
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