Um velho índio descreveu certa vez em seus conflitos internos: "Dentro de mim existem dois cachorros, um deles é cruel e mau, o outro é muito bom e dócil. Os dois estão sempre brigando..." Quando então lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, refletiu e respondeu: "Aquele que eu alimentar" (Autor desconhecido)
Quando queremos fazer alguma coisa bem feita, como cozinhar um alimento, por exemplo, precisamos nos planejar antes, ter todos os ingredientes à mão, nos assegurar do modo de fazer, da condição do fogão, etc. Na vida não é muito diferente. A felicidade não é obra do acaso, mas depende de uma série de fatores, entre eles, ter objetivos razoáveis, possíveis de serem alcançados, compatíveis entre si, e a determinação de persegui-los de forma consciente e de coração aberto às novas possibilidades, mas sempre lembrando que não há vida perfeita, felicidade perfeita, assim, devemos considerar como natural e razoável uma certa margem de erro e de incapacidade em alcançar os objetivos.
Dê mais espaço para as suas emoções sem precisar explicar tudo o que sente, a não ser quando os sentimentos exigem uma explicação, pois o outro não tem de ser adivinho. Viva um dia de cada vez, sem ansiedade pelo futuro que você não domina nem sabe como vai ser ou culpa por um passado que você não pode mais mudar. Muito menos sinta-se tão comprometido com o outro a ponto de valorizar mais os sentimentos dele que os seus próprios sentimentos. Exercite-se em ser flexível com o outro, pois são pessoas diferentes e o que deve importar não é o quanto um ou o outro têm razão, como se amar fosse uma competição para ver quem ganha, mas o quanto podem ser felizes juntos. E, quando tiver de dizer o que o incomoda no outro, faça-o no momento oportuno e sempre com ternura e palavras mansas, pois o objetivo não é ter razão, mas manter a felicidade da relação. É preciso confiar na capacidade do outro em se proteger emocionalmente até mesmo de você, afinal, quando um não quer dois não brigam - nem se amam. É um erro nos fechar para novas possibilidades e insistir numa relação onde se esgotaram as chances de felicidade conjunta. Não sinta-se tão responsável quando um relacionamento não dá certo, pois ninguém é obrigado a gostar de ninguém, e existem tantos nãos no mundo quanto sins.
Quando queremos fazer alguma coisa bem feita, como cozinhar um alimento, por exemplo, precisamos nos planejar antes, ter todos os ingredientes à mão, nos assegurar do modo de fazer, da condição do fogão, etc. Na vida não é muito diferente. A felicidade não é obra do acaso, mas depende de uma série de fatores, entre eles, ter objetivos razoáveis, possíveis de serem alcançados, compatíveis entre si, e a determinação de persegui-los de forma consciente e de coração aberto às novas possibilidades, mas sempre lembrando que não há vida perfeita, felicidade perfeita, assim, devemos considerar como natural e razoável uma certa margem de erro e de incapacidade em alcançar os objetivos.
Dê mais espaço para as suas emoções sem precisar explicar tudo o que sente, a não ser quando os sentimentos exigem uma explicação, pois o outro não tem de ser adivinho. Viva um dia de cada vez, sem ansiedade pelo futuro que você não domina nem sabe como vai ser ou culpa por um passado que você não pode mais mudar. Muito menos sinta-se tão comprometido com o outro a ponto de valorizar mais os sentimentos dele que os seus próprios sentimentos. Exercite-se em ser flexível com o outro, pois são pessoas diferentes e o que deve importar não é o quanto um ou o outro têm razão, como se amar fosse uma competição para ver quem ganha, mas o quanto podem ser felizes juntos. E, quando tiver de dizer o que o incomoda no outro, faça-o no momento oportuno e sempre com ternura e palavras mansas, pois o objetivo não é ter razão, mas manter a felicidade da relação. É preciso confiar na capacidade do outro em se proteger emocionalmente até mesmo de você, afinal, quando um não quer dois não brigam - nem se amam. É um erro nos fechar para novas possibilidades e insistir numa relação onde se esgotaram as chances de felicidade conjunta. Não sinta-se tão responsável quando um relacionamento não dá certo, pois ninguém é obrigado a gostar de ninguém, e existem tantos nãos no mundo quanto sins.
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